Povos indígenas utilizaram partes da planta, especialmente a raiz e folhas, como remédios tradicionais associados a condições como febre, reumatismo, inflamações e problemas diversos, além de serem empregados em rituais xamânicos e curativos. A planta ganhou o nome manacá, oriundo da língua tupi-guarani, refletindo sua importância cultural. Esses saberes medicinais populares também foram incorporados em tradições afro-brasileiras e na medicina tradicional comunitária em diversas regiões, sendo mantidos pela transmissão oral e uso em remédios caseiros.
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