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A Praça da Paz entre os Povos é um lugar onde natureza, cultura e comunidade se encontram, compreende uma área com cerca de 1 hectare. A construção da Praça da Paz entre os Povos contou com a participação direta da comunidade escolar, formada por docentes, técnico-administrativos, terceirizados, estudantes dos Cursos ofertados pelo Campus, membros da comunidade indígena Catu dos Eleotérios (Canguaretama - Goianinha/RN), quilombolas de Sibaúma e Arisco dos Pires (Tibau do Sul e Jundiá/RN), de famílias de axé e do Acampamento José Martí. Somam-se ainda como doadores de mudas e informações, servidores dos Campus do IFRN (Apodi e Ipanguaçu), residentes dos municípios de Natal, Goianinha e Canguaretama, empresa Coto (Santa Luzia/PB), instituições e projetos como Parque das Dunas (Natal/RN), Projeto Arboriza, Centro de Ensino Superior - CERES - Caicó/UFRN e Horto Municipal de Canguaretama.
Curiosidades sobre a praça
Quando começamos a divulgar entre os estudantes a ideia da Praça, de imediato, a associaram de maneira equivocada a um local bem específico, no qual havia um mobiliário de jardim feito em cimento, composto por uma mesa redonda e pequenos bancos, fixados próximos de uma cápsula do tempo assemelhada a uma lápide no chão. O espaço utilizado pelo(a)s estudantes para sociabilidades, não demorou muito para que o imaginário difundisse o lugar como “Praça da Macumba”, entre os estudantes dos cursos técnicos na modalidade integrada, e “Praça da Cachaça”, entre os estudantes da Licenciatura em Educação do Campo, apesar do consumo de álcool não ser permitido no campus[1]. O fato é que, por um tempo considerável, a “Praça da Macumba”, distorceu e restringiu a compreensão da comunidade escolar sobre a Praça da Paz entre os Povos e seus objetivos. Atualmente, o referido local foi desmanchado para ampliação da rede de esgotos do Campus e será ressignificado positivamente como espaço de sociabilidade e afirmação cultural, pois os termos macumba e macumbeiro, utilizados no Brasil de modo pejorativo, também nomeiam cultos e praticantes religiosos de matriz africana, para os quais, as plantas simbolizam elementos fundamentais.
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