Do seu fruto maduro e aromático são produzidos doces, sucos e licores, na medicina popular é utilizada como afrodisíaca, antinflamatória e antidiarréica. Suas folhas são utilizadas em receitas para descarrego e limpeza espiritual. Orixás regentes: Exu, Iansã e Omulu. Do seu fruto verde é obtido um corante azul escuro usado por povos indígenas brasileiros para pinturas corporais. É conhecida no litoral sul potiguar também como "jenipapo manso" para diferir do "jenipapo brabo" (Tocoyena sellowiana), outra espécie nativa de pequeno porte e de grande potencial ornamental pela beleza de sua floração e da qual seus habitantes não costumam consumir os seus frutos. Porém, o povo potiguara da Aldeia Katu (Catu dos Eleotérios) extrai dessa planta pigmento vegetal similar ao do jenipapo manso para pinturas corporais.
No Brasil apresenta ampla ocorrência natural em todos os principais biomas, a espécie tem distribuição confirmada no Nordeste, incluindo o Rio Grande do Norte. Também é encontrada em diversos países como México, Costa Rica, Bolívia, Peru, Colômbia e Argentina.
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